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XI Mostra Cultural da Fundação Menino Jesus

 

“... há um Francisco em meu coração!”

Na loucura e na tentativa de acordar o ser, querem dar alma aos robôs...

Parece brinquedo de criança, algo tão sério é a tentativa de humanizar as máquinas para salvar o ser humano.

Mas no silêncio do mundo, um coração pulsa: sementes, brotos, flores e essências, o corpo da terra acolhe a vida e tudo se faz arte.

O artista criador não se cansa de criar e recriar toda sua criação: só precisa também de seu coração.

Ir. Zélia Patrício

 

 

 

É com grande alegria que convidamos você e sua família para prestigiar a Mostra Cultural Anual da Fundação Menino Jesus, que em sua décima primeira edição presta homenagem ao Mestre dos Saberes Antônio Inácio “Boneca”.

 

  • Dia 30 de setembro de 2016

  • Hora: 19:00h

  • Local: Escola Nossa Senhora Auxiliadora

 

Nosso sonho se alimenta de você!”

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Notícias da Câmara Municipal de Ponte Nova

1ª Reunião Ordinária Móvel do 3º Período da 4ª Sessão Legislativa da atual Legislatura, em 22/09/2016, às 19 horas.

ASSUNTO: Programação de Reunião

SERVIÇO: Gabinete da Presidência

 

CHAMADA/ABERTURA/ORAÇÃO

LEITURA DA ATA DA REUNIÃO ANTERIOR

 

 

MATÉRIAS DO LEGISLATIVO

 

LEITURA DOS PROJETOS DE RESOLUÇÃO NºS.:

33/2016 – concede título de Cidadão Honorário de Ponte Nova ao Sr. Luciano Bastos Nunes. (autor: Vereador Geraldo Magela Roberto Mendes – Lula)

34/2016 – concede título de Cidadão Honorário de Ponte Nova ao Sr. Paladino Caetano Filho. (autor: Vereador Antônio Lopes Pereira)

 

LEITURA DA PROPOSTA DE EMENDA DO VEREADOR ANDERSON ROBERTO AZEVEDO AO PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº.:

1/2014 – altera o Regimento Interno da Câmara Municipal de Ponte Nova.

 

 

MATÉRIAS DA ORDEM DO DIA

 

SEGUNDA DISCUSSÃO E VOTAÇÃO DOS PROJETOS DE LEI NºS.:

8/2016 – denomina de Rua Ana Maria de Jesus – Dona Anita, a rua B do loteamento Vale do Sereno, situado na Zona Residencial 5.

9/2016 – denomina de Rua Nilda Guimarães Leite a Rua A do Loteamento Vale do Sereno, situado na Zona Residencial 5.

10/2016 – denomina de Rua Wilson Dias da Fonseca a Rua E do Loteamento Vale do Sereno, situado na Zona Residencial 5.

11/2016 – denomina de Rua Efigênia Reis Gomes a Rua C do Loteamento Vale do Sereno, situado na Zona Residencial 5.

12/2016 – altera a Lei 2.232, de 19.12.1997.

13/2016 – denomina de praça Rafael Felício Gonçalves a praça pública situada na confluência da avenida Órion com a rua C no bairro Cidade Nova.

14/2016 – denomina de Rua José Alberto de Sousa Graça a rua D do Loteamento Vale do Sereno, situado na Zona Residencial 5.

15/2016 – denomina de “Anísio Ferreira da Silva Filho” a Unidade Básica de Saúde/UBS do bairro Ana Florência. 

 

TRIBUNA LIVRE

Emílio Mosqueira Fontes

ASSUNTO: Esgotamento de poço artificial na área da Pedreira.

 

Encerramento

 

José Mauro Raimundi – Presidente

 

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Convite - Rua de Lazer no Centro

convite para mais uma edição do projeto Rua de Lazer. No próximo sábado (24/09), o evento acontecerá na Praça Getúlio Vargas, Centro, de 9h às 12h. Participe!--

Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação/ASCOM
Prefeitura de Ponte Nova
(31) 3819-5454 - ramal 235 / 3819-5485
www.pontenova.mg.gov.br / O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
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Atletas de PN em corrida noturna de Caratinga

Os atletas Guilherme Gomes, José Carlos Malaquias e José Idelfonso representaram o grupo pontenovense Fênix sem Fronteiras no Circuito das Palmeiras Night Run, em Caratinga, ainda nesse sábado (17/9). Destaque para o atleta Malaquias, que conquistou o 3º lugar em sua faixa etária no percurso de 10km (foto).

Na volta a Ponte Nova, Guilherme confirmou a promoção da Corrida e Caminhada dos 150 Anos de Ponte Nova, prevista para o Dia da Cidade - 30/10 (domingo). A largada está prevista para às 8h, na praça de Palmeiras, com percurso até o Centro Histórico, passando pelos bairros Triângulo e Vila Alvarenga e retornando ao ponto de partida. De acordo com Guilherme, as inscrições custam R$ 20,00 mais um quilo de alimento não perecível.

 

Fonte: www.folhadepontenova.com.br

 




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A invenção de um estudante de 22 anos que pode salvar 1 milhão de vidas por ano

Um estudante da Universidade de Loughborough, no Reino Unido, criou uma espécie de microgeladeira de vacinas que tem o potencial de salvar 1,5 milhão de vidas por ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Criado por William Broadway, o aparelho, que de tão pequeno pode ser carregado na mochila, lhe rendeu uma vaga entre os finalistas de um dos prêmios de tecnologia mais prestigiados do mundo, o James Dyson 2016, organizado pela instituição homônima para incentivar jovens designers a solucionar problemas cotidianos.

Vacinas precisam ser mantidas entre 2º e 8ºC para serem eficazes. E o refrigerador criado por Broadway consegue manter essa temperatura de forma constante por 30 dias. O Isobar também poderia ser usado para proteger órgãos doados, transplantes de sangue e células-tronco.

"Nenhum problema é grande demais, e muitas vezes, as soluções mais simples são as melhores", disse certa vez James Dyson, o engenheiro britânico que inventou do primeiro aspirador de pó sem saco coletor.

Broadway teve ideia semelhante ao desenvolver o conceito por trás do Isobar. A invenção não é especialmente complexa, mas graças ao enfoque prático poderia solucionar um problema que causa milhares de mortes por ano: o risco de que as vacinas não cheguem ao seu destino a tempo em países em desenvolvimento.

"As vacinas chegam quase até o fim do caminho, mas, no último quilômetro, os canais de distribuição e logística se rompem", afirmou Broadway.

IsobarImage copyrightUNIVERSIDADE DE LOUGHBOROUGHImage captionO isobar consegue manter a regrigeração por até 30 dias

Como funciona?

Segundo Broadway, seu aparelho deve ser aquecido durante uma hora para ser carregado. O Isobar possui uma mistura de água e amoníaco, e o amoníaco evapora primeiro. O aparelho então retém o amoníaco, que permanece preso à parte superior do recipiente, e, quando dá voltas no dispositivo, se "reevapora" na água.

Dessa forma, quando as duas substâncias se misturam novamente, obtém-se o efeito refrigerador.

"Chama-se (efeito) higroscópico, e proporciona uma refrigeração muito potente", disse Broadway.

O efeito também faz com que a temperatura fique estável, o que é uma característica fundamental da invenção.

IsobarImage copyrightUNIVERSIDADE DE LOUGHBOROUGHImage captionO aparelho é pequeno e pode ser carregado em uma mochila

Como surgiu a ideia?

Broadway conta que teve a ideia para a criação do Isobar durante uma viagem para surfar no México.

"Durante a viagem de cinco dias, tínhamos 13 quilos de gelo. E pensei: será que existem alguma forma que nos permita utilizar essa energia de maneira adequada?".

Foi então que ele passou a analisar métodos de refrigeração antigos e descobriu um deles, usado por agricultores rurais sem acesso a eletricidade. "Foi aí que surgiu a ideia", disse.

Qual é o modelo de negócio?

Broadway está orgulhoso de sua criação, mas não quer criar uma patente.

"Sinceramente, não tenho interesses comerciais pessoais", afirmou.

Ele recebeu mais de US$ 2,6 mil (R$ 8,6 mil) para fabricar os primeiros protótipos, e no próximo dia 26 de outubro vai competir com os demais finalistas do Dyson pelo prêmio internacional, avaliado em US$ 40 mil (cerca de R$ 130 mil).

"Ganhar o prêmio me daria confiança para desenvolver minha invenção. E poderia ter um grande impacto e beneficiar milhares de pessoas", afirmou.

Um dos jurados da competição, o empreendedor Jack Lang, afirmou que o Isobar "é uma invenção brilhante e resolve um problema real", além de ser "um sistema completo e muito bem pensado".

 

BBC

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Noêmio e Júlio Sales, Empresário do Ano de 2016, ao lado da filha e do irmão

Uma grande festa para empresários e colaboradores. Assim pode ser resumida a noite do último sábado (17/09), durante a realização do Mérito Empresarial 2016. O evento aconteceu no Babilônia Centro de Eventos, em Ponte Nova.

Realizado pela ACIP/CDL em sua sexta edição, o evento foi aberto com a apresentação das empresas parceiras: Apache Imóveis, Consultar, Funerária Santa Casa, Laticínios Porto Alegre e Saudali. Na sequência, o presidente da entidade, Noêmio Gomes Fernandes, discursou agradecendo a presença de todos e mostrando o que a ACIP/CDL tem feito para valorizar as empresas de Ponte Nova e a economia da nossa região.

O evento entregou 44 homenagens a empresas pelos seus aniversários de fundação. Confira abaixo a lista de homenageadas. Os certificados foram entregues pelo presidente Noêmio Gomes, com apoio dos diretores Antônio Carlos Martins Brandão (Tonca) e Adilson Bombassaro.

Homenagens especiais

A diretoria da ACIP/CDL escolheu ainda duas homenagens especiais. Uma delas foi para Nélio Leopoldo Soares. A indicação é fruto da sua visão empreendedora e do seu grande trabalho realizado na suinocultura e no agronegócio em nossa região, além de outras atividades econômicas, como no setor imobiliário e da construção civil. Recentemente, o Sr. Nélio foi agraciado com a medalha “Mérito Rural 2016”, em homenagem feita pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), por ser um grande incentivador da criação e desenvolvimento de um dos maiores polos de suinocultura em Minas Gerais, o Vale do Piranga. Ele foi também um dos percursores para a fundação do Frigorífico Saudali, que hoje é uma potência nacional.

A outra homenagem foi para o professor de Educação Física Juninho Guimarães, idealizador do Centro Regional de Iniciação ao Atletismo (CRIA). Realizado na cidade vizinha de Oratórios, o projeto conta hoje com 120 alunos-atletas de 6 a 18 anos, que praticam diversas modalidades do atletismo. Para as crianças de 6 a 11 anos, o atletismo é feito de forma lúdica e atrativa. O projeto ainda leva os principais atletas para competições estaduais e nacionais. Mais do que a promoção ao esporte, o projeto tem também o objetivo de fazer com que estes jovens se tornem cidadãos de bem.

A Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap), representada pelo suinocultor João Carlos Bretas Leite, e o Frigorífico Saudali, representado pelo diretor administrativo Desidério Guimarães e pelo supervisor de marketing César Godoi, também foram homenageados pelo apoio ao CRIA. O Saudali ainda aproveitou para apresentar outro projeto social, o “Atleta Saudali”, aonde cinco atletas do CRIA são escolhidos anualmente para participar e receber diversos benefícios, como material esportivo, escolar, auxílio alimentação, acompanhamento nutricional, psicológico e inserção cultural, possibilitando, aos jovens, um futuro nas pistas e fora delas.

Empresário do Ano

O protocolo do evento foi finalizado com a divulgação do Empresário do Ano de 2016. Três nomes concorriam ao prêmio, após indicação dos diretores da ACIP/CDL: Antônio Teixeira (Padaria Popular), Cochise Saltarelli (Apache Imóveis) e Júlio Sales (Aço Sales). A votação aconteceu de 8 a 15 de setembro, na internet, e cada empresa associada teve direito a um voto.

O anúncio oficial foi feito pelo presidente Nôemio Gomes. Em uma disputa acirrada, Júlio Sales foi o grande vencedor. Emocionado, ele subiu ao palco com sua filha e Janilson, seu irmão e sócio na Aço Sales.

Não tenho palavras para descrever o que significa para mim essa homenagem. Agradeço a minha família que está presente aqui no evento. Agradeço também aos associados que votaram em mim, ainda mais por estar ao lado de grandes empresários, como o Sr. Antônio e o Cochise, que têm feito grandes trabalhos em suas empresas”, afirmou Júlio Sales, que foi presidente da ACIP/CDL de 2011 a 2014. Agora, ele será homenageado em uma grande festa promovida pela Federaminas, no dia 12 de novembro, na cidade de Contagem, juntamente com os vencedores de outras cidades mineiras.

A noite foi encerrada com um excelente buffet, incluindo comida japonesa e italiana, além de grande show com a banda All Star.

Empresas homenageadas

5 ANOS: Adamas Joias e Relógios, Atual Móveis e Eletro, Informatiza Soluções Empresariais, Laboratório Lima Prótese Dentária, Lúcia Helena de Souza e R.L Imóveis

10 ANOS: ACTION Centro de Atividade Física e Qualidade de Vida, Bar de Carminha, RV Modas e Serralheria Pontenovense

15 ANOS: Atual Modas e Confecções, D'Sarrmy Essencial, Gol de Placa, Loja Real, Lubrificantes Rio Doce, M & F Salão Escola da Beleza, Maxmoto João Monlevade, Maxmoto Mariana, Oficina do Ricardo e Posto Pontenovense

20 ANOS: Criativa Presentes, Manipulart, Posto Touro Sentado, Raquel Modas e Vale Azul Agropecuária

25 ANOS: Colégio Equipe de Ponte Nova, Consultar, Drogaria Coutinho, Funerária Santa Casa, Guarapiranga Tintas, Joalheria e Relojoaria Pontual, Laticínios Porto Alegre, Orsi Júnior Contabilidade e Reclimar

30 ANOS: Eletrônica Pinheiro, Mithani Joias, Restaurante Scallada e Supermercado Marocão

35 ANOS: Maxmoto

40 ANOS: Hospital Arnaldo Gavazza Filho

45 ANOS: Posto Vitória

50 ANOS: Baião Representações

65 ANOS: Bartofil Distribuidora

120 ANOS: Escola Nossa Senhora Auxiliadora

 

Acesse o link abaixo para mais fotos do evento (copie e cole):

https://www.facebook.com/acipcdl/photos/?tab=album&album_id=1827209374182434

 

https://www.facebook.com/acipcdl/photos/?tab=album&album_id=1827209374182434

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AMAPI marcará presença em mais uma reunião do Conselho Interfederativo

Ponte Nova continua engajada para que o nome do município seja incluído como um dos atingidos pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco, ocorrido em novembro do ano passado. Em reunião recente, ocorrida na cidade de Ipaba, essa possibilidade ficou mais perto de se transformar em realidade.

Em ofício encaminhado ao presidente da AMAPI, Aroldo Fernandes Gomes/Prefeito de Diogo de Vasconcelos, o prefeito Paulo Augusto Malta Moreira/Ponte Nova, solicita o encaminhamento por parte da Associação, junto ao Comitê Interfederativo que é encarregado de programas de recuperação da Bacia do Rio Doce, pedindo a inclusão do município entre os que foram atingidos, diretamente, pelo rompimento da barragem de Fundão. Pedido similar também está sendo estudado, no sentido de incluir a cidade de Aracruz/ES, em decorrência dos impactos sofridos no distrito de Barra do Riacho. “Tal inclusão, além de fazer justiça a Ponte Nova em relação aos critérios adotados para inclusão dos demais, viabiliza uma série de ações consorciadas e coletivas a serem adotadas, especialmente as destinadas à revitalização da Bacia do Rio Piranga, a maior sub-bacia do Rio Doce, com destaque para as ações de retira dos esgotos de todo tipo de seu leito e dos leitos de seus afluentes”, destaca ofício.

A próxima reunião está marcada para acontecer ainda este mês, em local e horário a serem divulgados. Nesta quinta-feira, o prefeito Silvério da Luz/Rio Doce, esteve na sede da AMAPI onde se reuniu com o advogado do CIMVALPI, Eyer Nogueira e com o Secretário Executivo, José Adalberto de Rezende/CIMVALPI e AMAPI, em que deliberaram sobre alguns pontos a serem abordados neste próximo encontro, a fim de incluir Ponte Nova e oportunizar que cidades como Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado, Rio Casca, tenham poder de decisão frente às ações praticas e definidas pelo Comitê Interfederativo.

Clarissa Guimarães

Assessora de Comunicação da AMAPI

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www.amapi-mg.org.br

(31) 3881.3408

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Setembro Verde : Conscientização em relação ao câncer de intestino

O câncer colorretal (de intestino grosso e reto) figura entre os mais incidentes no Brasil e no mundo. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) preveem para este ano cerca de 34.000 novos casos de câncer de cólon e reto em homens e mulheres. O câncer colorretal é o segundo mais frequente nas mulheres (após mama) e o terceiro nos homens (após próstata e pulmão).

Para alertar e conscientizar a população sobre a prevenção da doença, a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) realiza pela segunda vez a campanha Setembro Verde, que consiste em dicas de prevenção e cuidados com a doença.

O câncer colorretal está relacionado a hábitos de vida não saudáveis, como consumo elevado de carnes vermelhas e processadas e ingestão insuficiente de frutas, legumes e verduras. Além disso, são fatores de risco obesidade, sedentarismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e tabagismo. Outro fator de risco é a idade, principalmente a partir dos 50 anos. Geralmente o câncer de intestino é precedido de um pólipo, pequena verruga na mucosa do intestino. Este pólipo leva alguns anos para se desenvolver, assim, é possível diagnosticá-lo antes que se torne maligno. Pessoas com casos de tumores ou pólipos na família devem ficar especialmente alertas.
FOTO| Dr. Ranieri Leonardo de Andrade de Santos CRM 53082 - Dra. Renata Soares Paolinelli Botinha Macedo CRM 54652

Prevenção:Em geral, a doença pode ser prevenida com hábitos como: ingestão de fibras (25 a 30g por dia), frutas e verduras (duas xícaras e meia por dia) e peixes (duas a três vezes por semana), baixo consumo de gordura (principalmente as de origem animal como carne vermelha e queijos), prática regular de exercícios físicos e evitando-se o tabagismo e a ingestão exagerada de álcool.A doença geralmente não apresenta sintomas em sua fase inicial, por isso são importantes as estratégias de rastreamento e prevenção. Recomenda-se a realização da colonoscopia a partir dos 50 anos, quando não há casos na família de câncer colorretal e pólipos. Em estágios avançados, o câncer do intestino pode causar perda de sangue nas fezes, dor abdominal, massa abdominal palpável, alteração do ritmo intestinal, emagrecimento, náuseas, vômitos e anemia não explicados por outras causas.Quando detectada a doença, na maioria das vezes o tratamento é realizado por meio de cirurgia (por via convencional ou por acesso minimamente invasivo laparoscópico) para remoção da parte afetada juntamente com os gânglios linfáticos (linfonodos). Dependendo do grau de desenvolvimento do tumor, podem ser necessárias quimioterapia, radioterapia e cirurgia para realização de um estoma (orifício na parede abdominal).

 

ESTUDANDO A HISTÓRIA DA CIDADE E DO HNSD

Em 19/09, os alunos da E. Municipal Dr. José Mariano conheceram a história da Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores. A ação celebra a fundação da IHNSD em 21/09/1873 e faz parte do Projeto da escola de celebrar os 150 anos de desenvolvimento da cidade. Na manhã, como parte da programação, os alunos coloriram com criatividade e vibração o hospital. Depois, participaram da palestra: Não deixe de acreditar em seus sonhos,dirigida pelo assessor de comunicação do HNSD Arlindo Amora.
" Os 143 anos do HNSD acompanham o crescimento e organização da cidade escrevendo uma história de solidariedade e humanidade, promovendo a atenção à saúde da macrorregião".Ressalta a supervisora da escola GilianiBrangione Lima.

Ainda como parte das atividades , os alunos farão uma visita monitorada ao hospital e depois apresentarão à comunidade uma feira sobre os 150 anos de Ponte Nova, dando destaque a Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores. Quem se interessar a ver a participar da Feira de Conhecimento ela estará aberta a comunidade no dia 1/10 de 9h às 11h na Escola Municipal Dr. José Mariano em Palmeiras.

CELEBRAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS PELOS 143 ANOS DO HNSD

 Em comemoração ao ao 143 anos do HNSD no domingo acontecerá  na instituição as 9hs uma celebração de Ação de Graças na Capela do HNSD. Na mesma manhã, será realizada a inauguração danova portaria e da sala de espera do Centro Cirúrgico/CC. As ações foram realizadas com o apoio e a ajuda de muitos parceiros e voluntários.

No dia 19/09, o empresário José Ary Castanheira fez a doação da Tv que será instalada na sala de Espera do bloco cirúrgico.

A irmandade agradece a todos quesolidariamente ajudam a instituição com ações em favor da melhoria dos serviços  de atenção à  saúde .

 

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Acatado pedido de vista a Projeto que trata de alterações no Regimento Interno

Na reunião de 8 de setembro, o vereador Anderson Azevedo (PTB) solicitou ao presidente da Câmara, José Mauro Raimundi (PP), pedido de vista por sete dias para examinar melhor o Projeto de Resolução (PR) nº 1/2014, de iniciativa da Mesa Diretora, que altera o Regimento Interno da Câmara Municipal de Ponte Nova. Assim, a votação do PR está adiada.

De acordo com o § 2º do art.235 do Regimento Interno da Câmara, só serão aceitos pedidos de vista do vereador que não fez parte da(s) Comissão(ões) que emitiu(ram) parecer sobre a proposição ou, tendo participado desta(s), foi voto vencido.

Em única discussão e votação estava o parecer da Comissão Especial, constituída pelos vereadores José Rubens Tavares (PSDB), Leo Moreira (PSB) e Joãozinho Carteiro (PT), que apontou que o Projeto deveria ser discutido e votado pelo plenário com as devidas propostas apresentadas originalmente pelas vereadoras Marília Rôlla (PSB), Patrícia Castanheira (REDE) e Valéria Alvarenga (PSDB). O objetivo é aprimorar o texto com pequenas alterações.

As vereadoras foram designadas pelo então presidente da Casa, José Rubens Tavares (PSDB), em 2013. Elas se reuniram em diversas ocasiões juntamente com as assessorias jurídica e legislativa da Casa. Vários dispositivos do Regimento Interno foram alterados com o objetivo de atualizá-lo, suprir omissões e corrigir o texto, compativelmente com a Lei Orgânica do Município.

No que diz respeito à apreciação das proposições pelas Comissões Temáticas, a proposta sugere uma simplificação de acordo com a prática, eliminando procedimentos julgados desnecessários.

O Regimento Interno é elaborado e votado pela Câmara por meio de Projeto de Resolução que é promulgado pelo presidente da Mesa Diretora. Assim, a Câmara disciplina o processo de posse dos vereadores, do prefeito e do vice-prefeito, a instalação da legislatura (período de quatro anos que representa o mandato), o procedimento legislativo e os trabalhos dos vereadores, da Mesa, Presidência, bem como as Comissões Permanentes e Especiais.

O PR nº 1/2014 volta à discussão nas próximas reuniões plenárias.

 

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A mulher que mudou nossa visão sobre a morte

"Nada neste mundo é certo, exceto a morte e os impostos", disse uma vez o político americano Benjamin Franklin (1706-1790).

 

Se alguns cientistas e empresários estiverem certos, a afirmação de Franklin é apenas uma meia verdade. Pela quantia de R$ 650 mil, você pode pagar para ter o próprio corpo saturado de anticongelante e colocado em um freezer gigante em Scottsdale, nos EUA. (Para conseguir um desconto de R$ 400 mil, você pode preservar apenas o cérebro).

Até hoje, cerca de mil pessoas contrataram o serviço na esperança de um dia serem descongelados para uma segunda vida.

 

Sempre que ouço falar dessas coisas, lembro de Jessica Mitford, que morreu há 20 anos. Militante comunista, jornalista investigativa, ativista de direitos civis e cantora pop, ela chegou a abrir um show de Cyndi Lauper e a gravar um dueto com a escritora Maya Angelou. A autora da série Harry Potter, J.K Rowling, gosta tanto de Mitford que batizou a primeira filha com o nome dela.

Mas Mitford deve ser lembrada hoje pelo seu livro The American Way of Death (O Jeito Americano de Morrer, em tradução livre), de 1963. Uma análise nada sentimental (e às vezes grotesca) das formas extravagantes e bizarras de lidar com a mortalidade, sua mensagem é hoje mais pertinente do que nunca.

'Conta bancária da fuga'

Decca, como era conhecida por amigos e parentes, nasceu em 1917, filha de Lord e Lady Redesdale. Sexta filha de sete crianças, revelou cedo sua insatisfação com a vida aristocrática: aos 12 anos, planejava fugir de casa, plano que se tornou mais sério quando seus pais e duas irmãs mais velhas, Diana e Unity, começaram a flertar com o fascismo.

Unity eventualmente mudou-se para a Alemanha e fez amizade (alguns dizem que foi romance) com Adolf Hitler, e Diana se casou com o líder da União Britânica de Fascistas, Oswald Mosley - com Hitler na plateia.

Jessica MitfordImage copyright Alamy Stock Photo Image caption A vida de Jessica Mitford foi marcada desde cedo por tragédias

Enojada pela ideologia da família, Decca se tornou a ovelha "vermelha" da família, usando seus anéis de diamante para esculpir martelos e foices no vidro da janela do quarto.

Seus princípios amadureceram aos 19 anos, quando conheceu o sobrinho socialista de Winston Churchill, Esmond Romilly, em uma festa. Os dois fugiram para se juntar aos republicanos na Guerra Civil Espanhola. Abatidos e desanimados após a vitória de Franco, eles voltaram para a Inglaterra e depois emigraram aos Estados Unidos.

A vida dela foi desde cedo marcada pela tragédia: primeiro perdeu uma filha para o sarampo e, em seguida, Esmond morreu em combate na Segunda Guerra Mundial.

Mas ela se casou novamente e começou uma nova vida, entrando para o Partido Comunista em São Francisco (EUA) e fazendo campanha pelos direitos civis dos negros americanos.

Indústria da morte

Já na meia idade, começou a fazer jornalismo investigativo, especializando-se em expor injustiças sociais - incluindo uma reportagem sobre os cada vez mais extravagantes serviços funerários, muitas vezes impostos a famílias que mal conseguiam arcar com as despesas.

Combinando consciência social com humor negro, o texto chamou a atenção e logo virou livro. Era uma leitura reveladora. Mesmo quem havia passado recentemente por luto entendia muito pouco sobre o que ocorria dentro dos limites legais das funerárias.

"Milhares de livros foram escritos descrevendo, catalogando, teorizando sobre os procedimentos funerários de povos antigos e modernos, dos astecas aos zulus, mas quase nada foi escrito sobre as práticas funerárias contemporâneas nos EUA", notava Mitford na publicação.

Os relatos de Mitford eram tão hediondos que sua primeira editora decidiu rescindir seu contrato. Ela tinha dedicado atenção especial ao processo de embalsamamento - descrevendo em detalhes como cada corpo era "pulverizado, cortado, perfurado, conservado, aparado, besuntado, encerado, pintado e ordenadamente vestido - passando de um cadáver comum a uma bela foto de álbum".

morteImage copyright Getty Images Image caption Em seu livro, Mitford detalhava os processos que transformavam cadáveres em 'fotos de recordação'

Era claramente uma medida sanitária, para impedir a deterioração e apresentar aos enlutados um último e pungente lampejo de seu ente querido. Na prática, significava uma verdadeira cirurgia estética "post-mortem".

O embalsamador drenava o sangue das veias - quanto mais cedo melhor, para evitar dano celular - antes de preencher as artérias com fluido de embalsamamento. Esse fluido tinha diferentes matizes, dando ao agente funerário todo um leque de cores, de um bronzeado marrom a um brilho rosado saudável.

Em seguida, o coveiro beliscava e dobrava o tecido em todo o corpo com implantes, pinos e enchimentos para esconder manchas e inchaços, antes de costurar o rosto com a mais atraente (e jovem) expressão possível.

Por fim, os dentes eram clareados, maquiagem era aplicada e o cadáver recebia sua roupa final. Mitford ficou surpresa ao encontrar uma enorme variedade de roupas comercializadas especificamente para defuntos; sua favorita era uma marca especial de sutiã projetada para "restauração post-mortem das formas".

Ela dizia que parentes em luto eram estimulados a bancar caixões caríssimos, arranjos espalhafatosos de flores e recordações de gosto duvidoso (como cinzeiros em forma de coração), sempre com a mensagem subjacente de que seria desrespeitoso não comprar o melhor item disponível.

Crítica e questionamento

Mitford questionava a dignidade e a utilidade desses procedimentos invasivos. Dizia-se chocada porque agentes funerários desencorajavam autópsias médicas que tornariam mais difícil a tarefa de embelezar o corpo.

Também contestava a prática dos agentes funerários de revestir o serviço com uma "pseudopsicologia", argumentando que um funeral luxuoso, com um cadáver polido e arrumado, era essencial para o processo de luto - apesar de haver poucas evidências nesse sentido.

Para famílias vulneráveis seria muito melhor buscar ajuda de psicanalistas qualificados, pensava Mitford, do que comprar um caixão de luxo forrado de cetim e rosas e mais rosas para coroas.

maquiagemImage copyright Getty Images Image caption Autora descreveu como corpos são embelezados com cosméticos e outros procedimentos invasivos antes dos enterros

Mais do que tudo, ela criticava o fato de a morte estar sendo embelezada e higienizada, mascarando fatos duros sobre nossa mortalidade. Mitford decidiu que era hora de o público encarar a morte de frente.

Os Estados Unidos concordaram. Mitford esperava vender apenas algumas centenas de cópias de seu livro, mas a primeira impressão - de 20 mil exemplares - esgotou no primeiro dia.

O livro encabeçou a lista de mais vendidos do The New York Times e ali ficou durante a maior parte do ano. Em 1965, o cineasta Tony Richardson o usou como inspiração para o filme The Loved One, anunciado como "um filme com algo para ofender a todos". David Bowie listou a obra como um de seus livros "top 100".

A popularidade da obra, de fato, parecia começar a deixar uma marca na maneira como as pessoas tratavam os mortos, com mais opções por cremações e funerais simples, ou "serviços Mitford".

Ela ficou encantada quando um dono de funerária batizou um caixão simples com o nome dela. Em suas cartas, ela observou que Robert Kennedy lhe dissera uma vez que o livro inspirara os arranjos para o funeral de seu irmão, o presidente John F. Kennedy.

Ritos de passagem

Hoje, a ciência oferece mais formas do que nunca para marcar a morte, e podemos ter certeza de que Mitford teria aprovado algumas mais do que outras.

O Projeto de Morte Urbana em Seattle, por exemplo, transforma cadáveres em adubo - uma forma mais verde do "retorno do pó ao pó" do que uma cremação tradicional.

A criogenia, por outro lado, pode parecer a apoteose de tudo que ela criticava, apesar de não podermos levar essa comparação ao extremo. Como a revista New Scientist apontou recentemente, pesquisas médicas valiosas podem surgir dessas iniciativas.

Pelo menos, falar sobre a morte pode estar perdendo um pouco de seu estigma. Um exemplo são os "Cafés da Morte", que incentivam a discussão franca do assunto. Criado pelo sociólogo suíço Bernard Crettaz em 2004, o "Café Morte" oferece um local para falar sobre mortalidade, em meio a chás e bolos.

Seguidores do movimento argumentam que é preciso se envolver mais nas decisões práticas que marcam nossa saída final deste mundo, as maneiras como gostaríamos de ser lembrados e como vivenciamos a morte alheia.

morteImage copyright Alamy Stock Photo Image caption Um dos legados de Mitford pode ser uma perda gradual do estigma associado à morte

Mitford certamente enfrentou a própria morte com o mesmo humor franco com que tinha encarado a vida.

No início de 1996, ela tinha começado a revisar e atualizar sua principal obra ("a morte requentada", como havia apelidado a nova edição) quando foi diagnosticada com câncer terminal, com poucos meses de vida pela frente.

Ela permaneceu otimista e estava agradecida por ter tempo suficiente para terminar seu livro e amarrar algumas pontas soltas de sua vida. Ela morreu em 22 de julho, aos 78 anos.

A escritora uma vez brincou que, apesar de defender uma atitude mais simples e digna diante da morte, ela queria um funeral com "ruas fechadas, autoridades declamando sobre o carrinho do caixão - esse tipo de coisa".

Seus amigos concordaram e arranjaram seis cavalos negros para puxar um carrinho antigo pelo centro de São Francisco, seguido por uma banda de metais com 12 integrantes.

Se Mitford pudesse ter visto o espetáculo, ela certamente teria enrolado os lábios num sorriso travesso.

Após dedicar tantos anos de sua vida à indústria funerária, seu único arrependimento tinha sido o fato de que nunca poderia assistir ao próprio, e uma vez escreveu: "Meu Deus, quem me dera poder estar lá."

Leia a versão original desta reportagem em inglês no site da BBC Future.

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