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​TICKET SOLIDÁRIO EM EVENTOS

A Central de Captação de Recursos do Hospital de Nossa Senhora das Dores/ HNSD desenvolve com os organizadores  de festas e eventos sociais , que desejam  ser  parceiros da instituição o  projeto “TICKET SOLIDÁRIO”.

O  projeto  é uma ação da Central de Captação de Recursos - CECAR  e tem como  objetivo  estimular a vivência de práticas de cidadania também no  momento do entretenimento ,   tanto em Ponte Nova  e na  região. Com isto, o hospital pretende obter ajuda   para manter sua missão de oferecer cuidados à saúde.

O  HNSD que é referência para 40 municípios da região , oferecendo em  2016 -  126.806 atendimentos à população, com 75.449 (60%) pelo Sistema Único de Saúde e  51.357 (40%) divididos entre convênios e particulares.

Com a  parceria , o hospital  instala um local de doação solidária , que poderá ser feita  coma a compra do ticket  ou com a doação de alimentos não perecíveis.

Entre os dias 18 e 19/8, voluntários da Equipe de Captação de Recursos estiveram no  13º Encontro Nacional de Motociclistas de Ponte Nova que recebeu 140 moto clubes. O HNSD agradece o apoio  recebido  dos  Moto Clubes de Ponte Nova .

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Câmara devolve R$ 69mil à Prefeitura

O secretário da Mesa Diretora da Câmara de Ponte Nova, José Osório (PT do B), entregou, na sexta-feira (18), ao secretário municipal de Governo, Fernando Andrade, e ao de Fazenda, André Santos, o cheque no valor de R$ 69.011,74, resultante da devolução de restos a pagar do ano de 2015. A Fazenda Municipal tem autonomia para usar os recursos da forma que lhe convier.

Câmara econômica

As Câmaras Municipais brasileiras têm autonomia para utilizar o dinheiro repassado mensalmente pelo Poder Executivo, também conhecido como duodécimo. Os recursos podem ser utilizados para melhorias estruturais, de equipamentos, produtos ou serviços do Poder Legislativo. Porém, em Ponte Nova, a devolução tornou-se constante pela Mesa Diretora, sendo o Legislativo pontenovense considerado um dos mais econômicos do Estado de Minas Gerais.

 

Foto: Secretário municipal de Governo, Fernando Andrade, vereador José Osório e secretário municipal de Fazenda, André Nunes/ ASCOM/PMPN

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Vereadores Hermano e Leo Moreira comentam sobre leilão das usinas da Cemig

O primeiro a falar do tema na Palavra Livre foi o vereador Hermano (PT). Ele fez questão de levar para a Tribuna o seu repúdio contra o leilão da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). “Caso isso se concretize, além da péssima qualidade do serviço prestado, vamos ter que reclamar também do valor da conta de luz”, enfatizou Hermano.

A venda, articulada pelo governo federal, está marcada para o dia 27 de setembro e atingirá as hidrelétricas de São Simão, Jaguara, Miranda e Volta Grande, que, juntas, correspondem a quase 50% da energia gerada pela estatal mineira. Com a transação concretizada, os grupos que adquirirem o controle das usinas poderão explorá-las por um prazo de 30 anos. 

“A Cemig apresentou uma contraproposta para o governo federal, mas ele ignora. Ele quer simplesmente fazer caixa (...). Ele precisa fazer dinheiro e vem fazer dinheiro com bens públicos”, criticou o vereador que destacou que, em 1997, a Cemig assinou com a União um contrato de concessão de 20 anos das usinas Jaguara, São Simão, Miranda e Volta Grande. Havia uma cláusula que garantia prorrogação por mais 20 anos.

Outro ponto citado por Hermano foi de que em 2012, o governo federal (então do PT) editou a Medida Provisória (MP) 579, que antecipava o vencimento dos contratos. Na ocasião, o então governador Antônio Anastasia foi contra.

Leo Moreira

O presidente da Mesa Diretora, Leo Moreira (PSB), leu uma carta aberta assinada por todos os vereadores de Ponte Nova contra o leilão da Cemig, em 27 de setembro. A carta será enviada ao governo federal, Câmara dos Deputados, Ministério de Minas e Energia e demais órgãos regulatórios.  “Temos que defender o direito do consumidor”, salientou Leo com base em matéria publicada no jornal O Tempo que destaca que a energia pode triplicar de preço.

O vereador disse que considera a energia de Minas Gerais a mais cara do país e o retorno recebido é muito pouco do ponto de vista da prestação de serviços. “Estamos fazendo a nossa parte enquanto Câmara nos posicionando contra mais esta questão quer impor as todos os mineiros”, disse Leo.

Ele ressaltou ainda que, em abril deste ano, a Câmara de Ponte Nova realizou uma Jornada de Debates com o tema “Atendimento da Cemig”.  Solicitada pelo vereador Antônio Carlos Pracatá (PSD), a iniciativa surgiu a partir do grande número de reclamações dos clientes da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) com os serviços prestados no município e mais 24 cidades da região.

Uma carta foi encaminhada, ao presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Bernardo Afonso Salomão de Alvarenga, com assinatura dos vereadores de Ponte Nova e de participantes da Jornada de Debates, porém, até o momento, não há respostas.

Entre as principais reclamações apresentadas, estão: interrupções no fornecimento de energia elétrica com demora excessiva, de até 72 horas, para restabelecimento, podendo chegar a até uma semana na área rural e falta de investimentos da Cemig para compensar as constantes interrupções de energia principalmente nos períodos chuvosos.

 

Foto: Usina Hidrelétrica São Simão está localizada na divisa dos estados de Minas Gerais e Goiás

 

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Secretário de Governo de Ponte Nova vai à Brasília

O Secretário de Governo de Ponte Nova, Fernando Andrade, esteve em Brasília/DF, nos dias 7 e 8 de agosto, participando da Oficina Políticas de Comunidades e Cidades Amigas do Idoso como Caminhos para o Envelhecimento Ativo, realizada pelo Departamento de Atenção ao Idoso da Secretaria Nacional de Promoção do Desenvolvimento Humano, do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública.

A Universidade Federal de Viçosa, através da professora Simone Martins, fez um estudo de como era a vida dos idosos da comunidade do Beco, em Ponte Nova, no início de 2016 e como a vida deles foi impactada um ano após a implantação do projeto. Com o resultado positivo, viu-se a oportunidade e a necessidade de Ponte Nova se tornar uma cidade Amiga do Idoso com a implantação do projeto para toda a população, melhorando assim, a qualidade de vida e a saúde dos idosos.

Na oportunidade, Fernando Andrade esteve no Ministério das Cidades, com o Ministro das Cidades, Bruno Araújo, e com o Deputado Federal Rodrigo de Castro em busca de recursos para nossa cidade e aguarda desdobramentos.

Departamento Municipal de Publicidade
Prefeitura de Ponte Nova
(31) 3819-5454 - ramal 243
www.pontenova.mg.gov.br / O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

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Vereador André Pessata fala sobre projeto de calçamento rural

O vereador André Pessata (PSC) comentou sobre trechos críticos nas estradas para as comunidades do Cedro, Brito e Sesmaria que têm prejudicado os moradores, principalmente, na época de chuva. Segundo ele, foi apresentada uma proposta ao Setor de Engenharia da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura para fazer uma vistoria nesses locais com o objetivo de elaborar um projeto de calçamento rural. “Isto já funciona em Amparo do Serra, Piranga e Jequeri”, exemplificou o vereador.

Pessata ressaltou que a estrada de Sesmaria é o caminho principal para diversas comunidades, cujos produtores rurais necessitam de acesso rápido e seguro para o escoamento de suas mercadorias, assim como a garantia do transporte coletivo e escolar todos os dias.

Bueiros

Outra indicação do vereador Pessata é referente à desobstrução de bueiros na rua Joaquim Machado Guimarães próximos aos nºs 1.046. Esta foi uma das primeiras indicações do vereador que destacou que, quando chove, uma vila próxima aos bueiros fica alagada prejudicando seus moradores. Ele pediu urgência no serviço e apontou que o problema existe há anos e que vários pedidos já foram feitos, porém, até o momento, sem êxito

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Vereador Betinho solicita pintura de faixas de pedestres

O trânsito foi o assunto do vereador Betinho (PT do B) na Palavra Livre desta semana. Ele reforçou sua indicação ao Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) juntamente com a vereadora Aninha de Fizica (PSB) para a pintura de faixas de pedestres em várias ruas do município. O vereador ressalta que a situação está preocupante e que os pedestres correm constantes riscos ao atravessarem as ruas, principalmente, aquelas em que não há sinalização.

O vereador Montanha (PMDB) também reiterou a necessidade de instalação de redutores de velocidade na Avenida Custódio Silva, uma vez que, vários acidentes têm ocorrido no local. Após ouvir sugestões dos vereadores Sérgio Ferrugem (PRB), Aninha de Fizica (PSB) André Pessata (PSC), Montanha destacou que é preciso, além de redutores de velocidade, notificações e multas, mais consciência por parte dos motoristas.

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'Professora, você é homem?' A vida de uma mulher trans na sala de aula

A turma se cala quando Alexya entra. "Vamos fazendo o roteiro da aula", diz. Só se escuta o barulho de seus saltos no piso de madeira. Ela ajeita o avental bordado e olha séria para o sétimo ano. Apesar da fama de brava, é a preferida de vários alunos. Tem algo de diferente na forma como brinca, conversa, "passa bem o conteúdo", dizem. Tem algo diferente nela mesma: é a única professora transexual que a maioria dos adolescentes já teve.

"Para além de Português, Inglês e como redigir muito bem, estou ensinando o que é diversidade", afirma Alexya Salvador, de 36 anos, que trabalha em um colégio estadual em Mairiporã, na Grande São Paulo.

A transição de Alexander para Alexya aconteceu em 2012, enquanto ela lecionava em outra instituição do Estado. Na época, tirou uma licença de 15 dias para assumir completamente a identidade feminina. Ao voltar, se reapresentou aos estudantes.

Alexander também era professor, mas Alexya tem outras atribuições: é pastora e mãe. Passou a celebrar os cultos da Igreja da Comunidade Metropolitana, comunidade cristã aberta a fiéis LGBT, e adotou Gabriel e Ana Maria, filhos dela com Roberto, seu marido.

Nas duas situações, foi pioneira. Deve tornar-se até o fim do ano a primeira reverenda trans da ICM na América Latina e foi a primeira mulher trans a adotar uma criança no Brasil.

Na escola, sua transformação trouxe a discussão de gênero para a aula. Perguntas sobre o tema começaram a aparecer entre as lições de gramática. Um dia, um dos alunos comentou: "professora, para mim você sempre vai ser um homem". O jovem sentia-se incomodado com a maquiagem e o cabelo liso no corpo forte de mais de 1,80m.

"Vi que ele ficou nervoso, mas respondi: 'fala, vivemos em uma democracia, quero ouvir você'. Não coloco nada goela abaixo. Apenas convido à reflexão. Eu disse: 'se mesmo depois de tudo o que te apresentei, você olhar para mim e ver um homem vestido de mulher, mas respeitar esse homem vestido de mulher, está ótimo. Você é livre para concordar ou não, mas o dever de respeitar, isso não abro mão'."

Direito de imagemISADORA BRANT/BBC BRASILImage captionProfessora diz que preconceito não é comum nas crianças - mas sim nos adultos

Para Alexya, falar sobre identidade não serve apenas para tornar os estudantes mais tolerantes. Ela diz que o debate, muitas vezes iniciado pelas turmas, ajuda a formar cidadãos com poder de argumentação, que pensem sobre si próprios e sobre os outros, mesmo que seja para discordar das ideias da professora.

"Deixo que tragam suas realidades... porque as crianças querem ser ouvidas. Muitas delas não têm um pai e uma mãe que sentam para conversar. Percebo que, trabalhando esses mecanismos de construção do gênero, eles pensam para falar e começam a ter vocabulário para se expressar sobre esse e outros assuntos. Como dizer que não se tornam mais donos da sua razão?"

Mesmo com dúvidas e discordâncias, ela diz que as classes lidam bem com sua transexualidade. O preconceito, afirma, não é comum às crianças - o maior problema está nos adultos. No diretor de uma escola anterior que insistia em chamá-la de Alexander. Nos funcionários que olhavam (e olham) torto para suas roupas, nos pais que a acusam de converter seus filhos em gays e lésbicas.

"Ainda sinto que sou muito silenciada. Assim que começou a sair a discussão sobre a cartilha anti-homofobia, a diretora de outro colégio, que era evangélica, disse que eu não poderia mais falar sobre gênero. Respondi: querida, entrei na sala, eu sou o gênero em pessoa. Meu corpo me representa enquanto gênero", diz.

"Como uma mãe pode vir brigar comigo, se eu falei pro filho dela ajudá-la com os afazeres de casa? Falar de gênero não é falar de sexo, é discutir a condição humana."

Alexya Salvador na ICMDireito de imagemISADORA BRANT/BBC BRASILImage captionAté fim do ano, Alexya deve tornar-se primeira reverenda trans da ICM (Igreja Cristã Metropolitana) na América Latina

Carinho e confidências

Se colegas e pais tentam calá-la, adolescentes e crianças parecem gostar que ela fale. Na sala visitada pela BBC Brasil, Alexya recebe beijos e abraços. Ao andar entre as mesas, elogia os cachecóis e batons das meninas, enfeitadas para aparecer nas fotos da reportagem. Abre o apostila e lê em voz alta um exercício. Interrompe a leitura de repente: "gente, só tem homens nessas figuras, não tem uma mulher... que coisa chata, né?"

As alunas e alunos contam que a professora pode ser brava quando fazem bagunça, ou muito legal, e aí dançam valsa desviando das carteiras. Para Larissa Oliveira, de 12 anos, muita coisa mudou ali quando Alexya chegou, principalmente as definições do que é tarefa de menino ou de menina.

"Eu, por exemplo, amo jogar bola e os garotos diziam que eu era sapatão. Depois a professora foi explicando as coisas para gente, falou que futebol não é só para homens, que não tem escolha certa para o sexo masculino ou feminino, (vale) o que a pessoa gosta. Ela ensinou bastante sobre preconceito, machismo, essas coisas. É uma pessoa maravilhosa, amo de paixão."

Alexya Salvador na sala de aulaDireito de imagemISADORA BRANT/BBC BRASILImage captionAlexya conta ter vivido, quando criança, momentos difíceis na escola

A proximidade com os estudantes fez com que Alexya se tornasse confidente de alguns deles. Sentada na cantina do colégio, ela lembra de um aluno do ensino fundamental que a chamou para contar que era gay e pedir conselhos. A família do menino era muito religiosa e os pais haviam impedido as visitas de um primo que se assumiu pouco antes.

"Quando ele estava chorando, a única coisa que eu podia falar era que ele não era uma aberração, mas um menino lindo, saudável. Não queria dar um conselho para amanhã ele dizer 'Prô, fiz aquilo que você mandou e hoje tô na rua, meu pai me espancou'. Falei que ia caber a ele saber o momento certo. Aconselhei que estudasse muito para um dia ser independente e viver sua vida."

Ao abraçar o garoto, Alexya se viu nele. Ela própria derrubou lágrimas em sua escola, no chão do estacionamento, enquanto apanhava de colegas por ser a "bichinha" da classe. Mais de vinte anos depois, não esquece do que seu professor de Educação Física disse ao ver a cena: "Não quis ser viado? Apanha quieto". Hoje, quando escuta alguém usando apelidos como "viadinho" na sala de aula, faz um escândalo, diz.

Alexya Salvador com família na ICMDireito de imagemISADORA BRANT/BBC BRASILImage captionAlexya com os filhos e marido Roberto, com quem está desde 2009

Mãe e pastora

Alexya vê a ideia de que possa moldar a identidade ou a sexualidade do filho dos outros como "falaciosa demais". Mãe de uma menina transexual de 10 anos e de um garoto de 12, ela prega, inclusive como pastora, que cada um traça seu próprio caminho.

Em uma das missas da Igreja da Comunidade Metropolitana, onde seus filhos vão todos os domingos para ouvir os sermões, fala sobre a liberdade do ser. Trans, gays, lésbicas, bissexuais, travestis e drag queens ocupam as fileiras. Jesus aceitava a todos da forma como eram, diz nas pregações, então não nos cabe julgar. Mas ressalta que a ICM não se resume ao filho de Deus.

"Hoje é conhecida mundialmente como a igreja dos direitos humanos, porque não queremos só ficar falando de Jesus. A gente quer ir para as frentes de batalha, para o Senado, para o Congresso, quer dizer que, se a mulher quiser abortar, o corpo é dela. Não vou legitimar sua vida, você legitima sua história."

A história de Alexya é também a de sua família, símbolo da diversidade que defende. Roberto é gay, Gabriel, hétero, Ana Maria, trans. Quatro pessoas de cantos diferentes que decidiram "cuidar umas das outras", segundo a definição da matriarca. E que se unem em uma coisa só no momento da hóstia quando, crianças no colo dos pais, se abraçam, cabeças encostadas e olhos fechados.

Uma drag queen, de peruca de arco-íris e vestido de tutu rosa, canta um hino e sorri.

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Vereador Machadinho cobra igualdade de atendimento às demandas dos bairros #obras

Esta semana, na Palavra Livre, o vereador Machadinho (PT do B) chamou a atenção do Executivo sobre as obras que deverão ser realizadas nos bairros de Ponte Nova. Ele ressaltou que a Prefeitura deve atender igualitariamente a todos eles, evitando que alguns sejam privilegiados e outros fiquem sem as melhorias há muito tempo aguardadas pelos seus moradores.

Machadinho citou que, há quatro meses, esteve no gabinete com o prefeito Wagner Mol (PSB) para falar sobre o assunto, porém, até hoje, segundo ele, isto não está acontecendo. “Queremos que, neste semestre, nenhum bairro seja esquecido”, cobrou Machadinho, ressaltando sua parceria com o Executivo para o crescimento e desenvolvimento do município.

Viradouro

Machadinho cobrou novamente uma intervenção do Executivo no viradouro, localizado no final da rua Vigário João Paulo, no bairro Primeiro de Maio. Ele destacou que há necessidade urgente da instalação de um poste já que o local está muito escuro e traz insegurança aos moradores.

Nova Copacabana

Atendendo a seu pedido e do vereador José Osório (PT do B), Machadinho também falou da visita do secretário municipal de Desenvolvimento Rural (Sedru), Heitor Raimundi, à rua Mauro Moreira dos Santos, no bairro Nova Copacabana. No local, há três pessoas com deficiências e a situação da rua está precária. “Neste segundo semestre, vou ficar muito atento à igualdade que sempre falamos”, disse Machadinho.

 

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Tem início a segunda Oficina do Interlegis na Câmara de Ponte Nova #capacitação

Começou na tarde da quarta-feira (16), a segunda oficina do Interlegis com o tema “Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL)”, ministrada pelo técnico de informática legislativa do Senado Federal, Adalberto Alves de Oliveira. A oficina acontece até a próxima sexta-feira (18) no Espaço Multiuso José Silva da Câmara de Ponte Nova. Servidores de *Câmaras Municipais de várias cidades participam das atividades.

Também terminou na quarta-feira, a primeira oficina que tratou da “Instalação e Uso do Portal Modelo” a cargo do técnico de informática legislativa do Senado, José Bonifácio de Góis Júnior.

A inclusão de Ponte Nova nas oficinas do Interlegis contou com a intervenção do senador Antônio Anastasia (PSDB) após encontro com o presidente da Câmara, Leo Moreira (PSB) e o vice-presidente Montanha (PMDB).

Tanto o Portal Modelo quanto o SAPL são de fácil utilização e deixam as Casas Legislativas em conformidade com as Leis de Acesso à Informação e da Transparência. Sem custos para as casas parceiras, o Programa disponibiliza produtos e serviços, como cursos a distância, treinamentos presenciais e ferramentas tecnológicas.

O Interlegis é um programa do Senado Federal executado, desde 1997, pelo Instituto Legislativo Brasileiro e não gera custos para as casas parceiras.

*Além de servidores da Câmara de Ponte Nova, participam das atividades representantes das Câmaras de Oratórios, Coluna, Vargem Bonita, Olaria, Lavras, Piedade de Ponte Nova, Santa Cruz do Escalvado, São José da Varginha, Divinópolis, Rio Pomba, Abre Campo e Águas Formosas, todas de Minas Gerais, e Guarapari (ES).

 

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Pauta da reunião de 17 de agosto de 2017

14ª Reunião Ordinária Móvel do 2º Período da 1ª Sessão Legislativa da atual Legislatura, em 17/08/2017, às 18 horas.

ASSUNTO: Programação de Reunião

SERVIÇO: Gabinete da Presidência

 

CHAMADA/ABERTURA/ORAÇÃO

LEITURA DA ATA DA REUNIÃO ANTERIOR

 

 

MATÉRIAS DO LEGISLATIVO

 

LEITURA DOS PARECERES DAS COMISSÕES PERMANENTES AOS PROJETOS DE LEI NºS.:

14/2017 – dispõe sobre a proteção aos direitos da pessoa homossexual, bissexual, transgênero ou intersexual no município de Ponte Nova. (SPM)

3.546/2017 – denomina de Rua Alzira Mol Guimarães, a rua que faz esquina com a Rua Joaquim Machado Guimarães no Bairro Rasa. (FLJ/SPM)

 

 

MATÉRIAS DA ORDEM DO DIA

 

ÚNICA DISCUSSÃO E VOTAÇÃO DO VETO PARCIAL À LEI COMPLEMENTAR Nº.:

4.129/2017 – dispõe sobre os Princípios Básicos, a Organização e a Estrutura Administrativa, com o Quadro de Servidores Efetivos e de Cargos em Comissão com as respectivas funções da administração direta do Poder Executivo do Município de Ponte Nova.

 

TRIBUNA LIVRE

Bruno Eduardo Leite Calderaro

ASSUNTO: Interrupção de tratamento por entraves nos serviços de saúde pública.

   

Encerramento

 

 

 

Leonardo Nascimento Moreira

Presidente

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